Nem sempre a dificuldade auditiva começa com a sensação clara de “não estou ouvindo”.
Às vezes, o primeiro sinal é a necessidade constante de pedir para repetir.
Em outros casos, é a criança que parece distraída na escola.
Pode ser também a tontura frequente, o zumbido persistente ou a sensação de ouvido tampado.
A dúvida surge antes do diagnóstico:
será que já é o momento de investigar?
Os exames auditivos existem para esclarecer essa pergunta com segurança e tranquilidade.
Quando é indicado fazer exames auditivos?
A indicação não depende apenas da idade.
Depende dos sinais, das queixas e do impacto na rotina.
Sinais que merecem investigação
- Dificuldade para entender fala em ambientes ruidosos
- Necessidade frequente de aumentar o volume da TV
- Zumbido no ouvido
- Sensação de ouvido tampado sem dor
- Dificuldade escolar sem causa aparente
- Atraso na fala infantil
- Histórico de exposição a ruído
Se há interferência na comunicação, no aprendizado ou na segurança, vale investigar.
Exames auditivos na infância: quando fazer?
Na infância, a investigação é indicada quando há sinais relacionados ao desenvolvimento.
Indícios importantes
- Atraso na fala
- Troca frequente de sons
- Dificuldade de atenção auditiva
- Problemas na alfabetização
- Histórico de infecções de ouvido recorrentes
- Queixa da escola sobre dificuldade de compreensão
Nesses casos, podem ser indicados exames como:
- Audiometria infantil
- Emissões otoacústicas
- Avaliação do processamento auditivo
O objetivo não é rotular a criança.
É compreender como está funcionando o sistema auditivo e orientar os próximos passos.
Exames auditivos em adultos: quando investigar?
Muitos adultos convivem anos com sintomas leves, acreditando que “é normal da idade” ou “é só cansaço”.
É indicado investigar quando há:
- Dificuldade para acompanhar reuniões
- Esforço auditivo excessivo
- Zumbido persistente
- Sensação de ouvido cheio
- Exposição frequente a ruído ocupacional
- Histórico familiar de perda auditiva
Exames como audiometria, audiometria de altas frequências e avaliação do processamento auditivo ajudam a esclarecer essas queixas.
Exames auditivos no idoso: prevenir é diferente de medicalizar
No envelhecimento, alterações auditivas podem surgir de forma progressiva. A chamada presbiacusia muitas vezes começa de maneira sutil.
É indicado investigar quando há:
- Dificuldade para compreender fala
- Isolamento social
- Queixas de familiares
- Quedas frequentes associadas a tontura
Investigar cedo significa planejar melhor a qualidade de vida.
Exames auditivos são apenas para quem já tem perda?
Não.
Muitas pessoas realizam exames auditivos de forma preventiva, especialmente quando:
- Trabalham expostas a ruído
- Têm histórico familiar de perda auditiva
- Já apresentaram alterações anteriores
- Desejam monitoramento auditivo periódico
A avaliação preventiva faz parte da tomada de decisão em saúde.
Qual exame auditivo fazer?
Essa é uma das perguntas mais comuns.
A resposta depende da queixa.
De forma simplificada:
- Dificuldade para ouvir sons → Audiometria
- Zumbido → Audiometria + Acufenometria
- Dificuldade escolar → Avaliação do Processamento Auditivo Central
- Recém-nascidos → Teste da Orelhinha
O exame é sempre escolhido a partir da situação vivida, não o contrário.
Quando não esperar mais?
Alguns sinais indicam que adiar pode aumentar a insegurança:
- Piora progressiva da compreensão
- Impacto emocional associado à dificuldade auditiva
- Interferência direta na aprendizagem
Se a falta de audição já está afetando a rotina, investigar traz clareza.
A decisão de fazer um exame auditivo não precisa ser apressada. Ela precisa ser orientada.
O Núcleo Auditivo realiza avaliação especializada em saúde auditiva, investigando cada caso de forma individualizada, com ambiente acolhedor e explicação clara dos resultados.
Se você deseja entender qual exame é indicado na sua situação ou na de um familiar, converse com nossa equipe. Agende seu exame em Guarulhos ou no Tatuapé.
